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História

História 

 Situada na zona do "Bairro", num planalto rodeado de oliveiras, a freguesia de Póvoa da Isenta dista 11 km da sede do Concelho. Ocupando uma área de 14,1 quilómetros quadrados, esta freguesia é composta por vários lugares (Póvoa da Isenta, Atalaia, Ponte de Celeiro e Vale de Moinhos), confrontando com as freguesias de Almoster, a norte e a poente, São Nicolau, a nascente, Vale de Santarém e Vila Chã de Ourique (concelho do Cartaxo), a Sul.

O seu primeiro nome, em tempos distantes, era apenas "Póvoa". A repetição da palavra "da Isenta" serviu, para a diferenciar da antiga Póvoa dos Galegos (Póvoa de Santarém).

Póvoa da Isenta tem como atividades principais a pecuária e a agricultura, sendo as culturas de trigo, do vinho e do azeite feitas em larga escala. A indústria, a cerâmica, a serralharia, a transformação de mármores, a panificação e os torneados de madeira, constituem, em finais do Séc. XX, um reforço na economia local.

 A Lei n° 1002, de 24 de Junho de 1920, desanexou o lugar da Póvoa da Isenta, da Freguesia de Almoster, tendo sido criada a Freguesia de Póvoa da Isenta.

A Freguesia de Póvoa da Isenta dista 11 km da sede do Concelho, Ocupando uma área de 14,1 quilómetros quadrados, esta freguesia é composta por vários lugares (Póvoa da Isenta, Atalaia, Ponte de Celeiro e Vale de Moinhos), confrontando com as freguesias de Almoster, a norte e a poente, São Nicolau, a nascente, Vale de Santarém e Vila Chã de Ourique (concelho do Cartaxo), a Sul.

Esta aldeia detém, segundo os censos de 2011, 1 127 habitantes, sendo que 553 são homens e 574 mulheres. O seu primeiro nome, em tempos distantes, era apenas "Póvoa". A repetição da palavra "da Isenta" serviu, para a diferenciar da antiga Póvoa dos Galegos (Póvoa de Santarém).

A nível económico a Póvoa da Isenta tem como atividades principais a pecuária e a agricultura, predominando as culturas de trigo, do vinho e do azeite. As pequenas indústrias são predominantes em diversos setores; em tempos fora composta pela cerâmica, a serralharia, a transformação de mármores, a panificação e os torneados de madeira, que constituíram, em finais do Séc. XX, um reforço na economia local.

A Estação Zootécnica Nacional, localizada na Quinta da Fonte-Boa, foi em tempos um dos principais empregadores da nossa população.

No que diz respeito ao comércio e serviços, as mercearias de índole tradicional e de exploração familiar, bem como outros estabelecimentos comerciais satisfazem as necessidades básicas das gentes locais.No Mercado Diário da Freguesia, atualmente reconstruido, sito na Rua Tenente Coronel Salgueiro Maia, exemplar numa freguesia desta dimensão, funciona um talho, uma padaria, uma banca de peixe, uma loja de artesanato, e uma mercearia e venda de produtos hortícolas.
Na Freguesia existem ainda mercearias de carácter tradicional e exploração familiar, uma farmácia, uma loja de ferragens e drogarias, uma loja de rações para animais, cafés/pastelarias, um restaurante e uma estação de abastecimento de combustíveis.

O seu património em termos de monumentos resume-se á igreja paroquial, de linhas modernas, inaugurada em 1963, e uma pequena capela, sita no Cemitério inaugurada na década de trinta (Séc. XX).
Alguns fontanários, o Mercado Diário e a Escola Primária, são obras públicas construídas a partir da década de setenta, exceção para a "Fonte Seca", "Fonte da Encosta" e "Vale de Videira", obras do final do século XIX, início do século XX, numa época em que o aproveitamento de todos os nascentes de água era essencial à vivência da população. E uma obra mais recente, a reconstrução e reestruturação do conhecido “Poço Novo”, que serve ainda nos dias de hoje de abastecimento à população, para rega dos seus cultivos, estando também localizado no mesmo um parque infantil.

Já em 2012 foi inaugurada a Nova Sede da Junta de Freguesia e Posto de Saúde, predominando todas as condições necessárias para fazer face a todas as necessidades dos habitantes desta Freguesia.
Também neste ano, foi inaugurado um campo sintético, sito no local do antigo ringue feito pelo povo da Freguesia em terreno oferecido à Freguesia pelo Sr. Tancredo Pedroso, proprietário da Quinta da Centeeira, terreno onde está implementado o nosso Recinto de Festas, que foi construído graças a colaboração da nossa população e das comissões de festas, acolhendo a Festa do Povo e outras atividades.


Destacam-se ainda:


As ruínas de um moinho de vento e um forno de cal, relativamente conservado, embora de propriedade privada, que assumiam na época um papel importante como equipamentos de utilidade coletiva e que hoje são dificilmente encontrados na região.
A chamada Quinta da Centeeira, com as suas dependências de tradição essencialmente agrícola e zona residencial, tipo solar, recentemente objeto de recuperação.
E o “Museu do Campo” propriedade de Fernando Peralta, um museu com uma mostra completa de todas as tradições afetas às atividades predominantes em tempos nesta Freguesia.


Site: http://museudocampo.sapoadsl.pt/index.htm

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